Faculdade atual da Amazônia
Disciplina: Português instrumental.
Portfólio se inicia no Dia 30 de julho de 2010...
Primeiro dia de aula.
Nos foi dado como aula um trabalho com a seguinte frase :“Ser homem é ser responsável. É sentir que colocando sua pedra se colabora na construção do mundo”. (Por Antoine de Saint Excupéry).
Depois de ler a frase cada colega de classe dava sua opinião sobre a frase acima.
Depois formaram-se grupos e cada grupo tinha que criar um hit musical com o seguinte termo “roque roque tchuba” e criar também um grito de guerra, seguido de uma interpretação de cada grupo em cima da musica, bom foi bem interessante a primeira aula e bem interativa.
Dias de aulas a seguir.
Tivemos que pesquisar sobre portfólio “é uma coleção de todo o trabalho em andamento em uma organização...”.
Depois disso a Professora ditou algumas frases que nós tínhamos que completar como no exemplo abaixo:
“O mundo seria melhor se houvesse...” E cada colega completava a frase dando sentindo-a, e dizer o porquê.
Eu completei a frase dizendo que deveria ter compaixão com o próximo. Então a frase ficou assim o Mundo seria melhor se houvesse compaixão com o próximo. Nessa aula a Professora ditou dez frases distintas, porém com o mesmo fundamento completando as frases e como isso dando sentido a frase, ainda houve debates sobre o assunto.
Na aula seguinte a Professora recolheu as pesquisas sobre o portfólio e houve debate,
O quê é portfólio, para que serve o portfólio, o que significa. E todo esse assunto foi discutido na classe.
No final dessa aula a professora pediu uma pesquisa sobre o tema “currículo”
Foi recolhidos as pesquisas sobre o currículo, e a Prof.ª complementou aula explicando detalhamento como o auxilio do data show o que é o currículo, como montar corretamente o mesmo.
Subentendesse:
Que o currículo é um registro de sua história profissional em outras palavras é o seu portfólio profissional.
Nessa aula foi falado sobre estrutura de texto, que um bom texto sempre tem quer ter coerência, sempre seguindo um contexto e o mais importante todo texto tem quer começo, meio e fim.
Na aula seguinte a professora mostrou no data show duas poesias e cada acadêmico dava sua opinião sobre os poemas:
Poesia de Carlos Drummond de Andrade
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
Tinha uma pedra
No meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
Na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
Tinha uma pedra
Tinha uma pedra no meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
Poesia de Vinicius de Moraes
Soneto de felicidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu encanto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quanto mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Na aula seguinte o assunto foi interpretação de texto:
Toda interpretação depende do leitor, ler todo o texto sempre procurando ter uma visão geral do assunto em outras palavras ler, ler bem o texto.
Viver a história, Interpretar o que o autor escreveu e não o que você pensa.
Foi mostrado para a turma “músicas” então tínhamos que entender o que o autor quis expressar com aquela letra. Como no exemplo abaixo:
Gostava tanto de você
Composição: Edson trindade
Não sei por que você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou na minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou na minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Não sei porque você se foi
Quantas saudades eu senti
E de tristezas vou viver
E aquele adeus não pude dar...
Você marcou em minha vida
Viveu, morreu
Na minha história
Chego a ter medo do futuro
E da solidão
Que em minha porta bate...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu corro, fujo desta sombra
Em sonho vejo este passado
E na parede do meu quarto
Ainda está o seu retrato
Não quero ver prá não lembrar
Pensei até em me mudar
Lugar qualquer que não exista
O pensamento em você...
E eu!
Gostava tanto de você
Gostava tanto de você...
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Eu gostava tanto de você!
Em relação a música o autor relata o sofrimento, a grande tristeza de perder sua filha em um acidente. E não teve tempo dizer o quanto a amava.
A segunda música é do Cartola chamada “a vida é um moinho”
O Mundo é Um Moinho
Composição: Cartola
Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho.
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho.
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés
A música se trata quando Cartola descobriu que sua filha era prostituta, através dessa música ele tentou mostrar para ela que na vida todos estão sujeitos a cometer erros que nesse mundo ela não terei volta.
A terceira musica foi do Djavan chamada “flor de lis”
Valei-me Deus, é o fim do nosso amor
Perdoa por favor, eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei
Eu só sei que amei, que amei, que amei, que amei
Será, talvez, que minha ilusão
Foi dar meu coração com toda força
Pra essa moça me fazer feliz
E o destino não quis
Me ver como raiz de uma flor de lis
E foi assim que eu vi nosso amor na poeira, poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem margarida nasceu
Perdoa por favor, eu sei que o erro aconteceu
Mas não sei o que fez tudo mudar de vez
Onde foi que eu errei
Eu só sei que amei, que amei, que amei, que amei
Será, talvez, que minha ilusão
Foi dar meu coração com toda força
Pra essa moça me fazer feliz
E o destino não quis
Me ver como raiz de uma flor de lis
E foi assim que eu vi nosso amor na poeira, poeira
Morto na beleza fria de Maria
E o meu jardim da vida ressecou, morreu
Do pé que brotou Maria
Nem margarida nasceu
Djavan fez essa musica porque ele de certa forma estava num beco sem saída aonde ele teria que escolhe entre sua esposa e sua filha, porém ele cometeu em só querer se fosse ambas, entretanto morreram as duas no parto.
Na aula seguinte foi mostrado em slides foi sobre ortografia. E também foi falado sobre expressões populares.
Ortografia deriva das palavras gregas ortho (ορθο no alfabeto grego) que significa "correto" e graphos (γραφος) que quer dizer "escrita", ou seja, ortografia é a forma correta de escrever as palavras. A ortografia é a parte da gramática normativa que ensina a escrever corretamente as palavras de uma língua definindo, nomeadamente, o conjunto de símbolos (letras e sinais diacríticos), a forma como devem ser usados, a pontuação, o uso de maiúsculas, etc.
Expressões populares
Diariamente utilizamos expressões com significados diferentes daquilo que elas representam literalmente, mas raramente nos preocupamos em ir atrás da sua origem ou até mesmo da sua forma correta.
Abaixo cito expressões populares, que muitas pessoas utilizam sem se quer saber o seu significado ou seu correto emprego.
Quem tem boca vai a Roma: pois é, eu também fiquei surpreso ao saber que o correto não tem nada a ver com a capacidade de pela comunicação ir a qualquer parte do mundo, e sim uma forma de exortação à crítica política; o correto é quem tem boca vaia Roma.
É a cara do pai escarrado e cuspido‘: essa é forma escatológica de dizer que o filho é muito parecido com o pai; o correto é a cara do pai em Carrara esculpido (Carrara é uma cidade italiana de onde se extrai o mais nobre e caro tipo de mármore, que leva o mesmo nome da cidade).
Quem não tem cão, caça com gato: o correto é quem não tem cão, caça como gato. Ou seja, sozinho!
Nas coxas: as primeiras telhas usadas nas casas aqui no Brasil eram feitas de Argila, que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da África. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito (quer dizer, não tem nenhuma conotação erótico-sexual, mente suja).
Aula seguinte o assunto foi o “assassinato da língua portuguesa” a Professora exibiu um vídeo do casal Nardone onde eles cometiam erros numa entrevista como, por exemplo: é tudo na nossa vida, o correto seria são tudo na nossa vida. Enfim durante essa entrevista cometeram inúmeros erros, falta de concordância verbal e nominal, emprego incorreto dos pronomes como diz o título foi um assassinato da nossa língua.
Abaixo mostrarei algumas frases que consegui observar no vídeo:
1. Somos muitos apegados a família.
2. E tudo na nossa vida.
3. Fomos sempre zunidos.
4. Sempre fomos famílias.
5. Ela vai vim.
6. Onde um ia, ia todos.
7. Onde um tava, tava todos.
8. Ela cativava todo mundo, onde ela chegava.
9. Todo mundo cativava ela.
10. Qualquer coisa que nós fomos fazer, era nós 5.
11. Nunca foi encostado um dedo em relação a minha filha.
12. Meus filhos pra mim é tudo na minha vida.
13. O que mais doi e as pessoas falá que nós somos assassinos verdadeiros.
14. A gente sabia que nós não fizemos nada.
15. Foi momentos horríveis.
Como podemos observar são erros cometidos pela maioria da população, são erros que muitas pessoas pensam que estão pronunciando de forma correta e na verdade estão cometendo erros gravíssimos.
Na aula seguinte a professora iniciou a aula falando sobre blog novidades para muitos, que todos deveriam criar o seu blog, para facilitar na correção do portfólio e em outras atividades. A professora demostrou na própria sala de aula como cria-lo, em outras palavras o objetivo do blog e facilitar a construção do nosso Portfólio. Dando continuidade à aula assunto foi colocação pronominal, o uso correto do pronome oblíquos átono nas frases como usar corretamente os termos mesóclise, ênclise e próclise.
Os pronomes oblíquos átono são os seguintes:
Eu (me)
Tu (te)
(ele/ela) se/o/a/lhe
(nós) nos
(vós) vos
(eles/elas) se/os/as/lhes
· Próclise: quando aparecem antes do verbo: Ex: Me deixe(deixe-me), Fui porque me convidaram
· Mesóclise: Quando aparecem meio do verbo. Ex.: dir- te- ei, amá- la- ia
· Ênclise: Quando aparecem depois do verbo Ex. Vão-se, Vou-meretirar,deixe-me
Nessa mesma aula foi explicado à turma sobre a eufonia que nada mais é o Som agradável ao ouvido, elegância e suavidade na pronúncia diferente da cacofonia que são encontro ou repetição de sons que desagrada ao ouvido.
Como aula se tratava de colocação pronominal a Professora mostrou um poema de Oswaldo de Andrade chamado “Dê um cigarro” que nesse poema o autor emprega os pronomes oblíquos átonos.
Na aula seguinte o assunto foi figura de linguagens.
Nos foi passado uma musica chamada explode coração composta pelo Gonzaguinha é tínhamos que encontrar dentro dessa musica as figuras de linguagens:
Explode Coração
Composição: Gonzaguinha
Chega de tentar dissimular
E disfarçar e esconder
O que não dá mais pra ocultar
E eu não posso mais calar
Já que o brilho desse olhar foi traidor
E entregou o que você tentou conter
O que você não quis desabafar e me cortou
Chega de temer, chorar, sofrer
Sorrir, se dar, e se perder, e se achar.
Que tudo aquilo que é viver,
Eu quero mais é me abrir
E que essa vida entre assim
Como se fosse o Sol
Desvirginando a madrugada
Quero sentir a dor dessa manhã
Nascendo, rompendo, rasgando,
E tomando meu corpo e então
Eu chorando, sofrendo, gostando, adorando
Gritando feito louco, alucinada e criança
Sentindo o meu amor se derramando.
Não dá mais pra segurar
Explode coração
Aqui estão as figuras de linguagens encontradas na música
HIPÉRBOLE- Já disse mais de um milhão de vezes!
ANÁFORA-O que será que será?
Que vive nas ideias desses amantes
Que cantam os poetas mais delirantes
Que juram os profetas embriagados
METAFORA- A vida é um palco iluminado
PROSOPOPEIA- O galo cantou às quatro da manhã... (Cantar é humano)
GRADAÇÃO- "O primeiro milhão possuído excita, acirra, assanha a gula do milionário.”.
SINESTESIA- “Dirigiu-lhe uma palavra branca e fria como agradecimento”.
ASSONÂNCIA- A fala atracada à faca
Ataca a graça abalada da traça…
PLEONASMO- Estou organizando uma torcida organizada.
Eu, chorando, sofrendo, gostando, adorando, gritando. (ocorre antítese, pois existem palavras opostas nesta frase).
Desvirginando a madrugada, quero sentir a dor dessa manhã.
Nascendo, rompendo , rasgando. (sinestesia)
Sentindo o meu amor se derramando. (gradação ou clímax )
Já que o brilho desse olhar foi traidor. (prosopopeia)
Sorrir te dar, e te perder, e se achar. (pleonasmo)
Na aula seguinte o tema foi Estrangeirismo a Professora colocou uma música, a música era do cantor Zé ramalho a Professora pediu para a classe que formassem grupos e cada grupo dava sua opinião sobre a música.
Aqui em baixo está à música do Cantor Zé ramalho:
Outro dia me convidaram pra ir ao Mc'Donalds comemos X burger
O salao estava, lotado fizemos os pedidos atraves de um tal de , drive tru
Os colegas percebendo a minha irritação disseram:Se tu estiver com pressa eles tem um sistema de delivery maravilhoso
Desacustumado com esse linguajar chamei os 'cabas':vamos s'imbora.
Seguimos pela avenida Henrique Shaumann, onde pude observar um outdor ,que estava escrito China in box
e uma seta indicativa parking ,nós nao paramos por lá nao.
Seguimos mais adiante avistamos um restaurante bonito e luxuoso e na porta de entrada uma luz neon piscando escrita :open.
quando olhei pro chão pude ver um capacho abandonado com a bandeira americana me convidando : welcome
ao adentrar á aquele recinto pude observar na decoraçao
e nas paredes estavam escritas assim :ice cake ,x egg , x burger e fast food.
Eu pensei comigo :Food na Bahia agente usa numa outra situação.
Do meu lado esquerdo uma garota tomava uma cerveja numa lata vermelha e azul cuja a marca era bud wicer
o camarada que lhe acompanhava com sua long neck Heineken
Do meu lado direito uma loira bonita ,peituda falava pro cabra com uma voz sensual assim :eu trabalho numa relax for men .
e ele pergunta pra ela : fica proximo do motel my flowers ?
e ela disse : nao baby , fica junto a night clube wonderful penetration
a fome aumentava juntamente com a raiva
e eu não sabia seu eu pedia um hot dog ou um simples cachorro quente
'emputecido' mais uma vez com aquela situação chamei os caboclos : vamos s'imbora
Na saída o manobrista nos recebe e nos entraga a chave do nosso possante veículo
um Fusca 68 fabricado em Volta Redonda na época do presidente Jucelino Kubitcheck
ele olha pra mim e me diz :Thank you sur and have good night
e eu usando toda minha simplicidade e educaçao que aprendi no sertão da Bahia ,eu olhei pra ele e lhe disse :
'' Vá pra puta que lhe pariu ''
Eu gostaria de falar com presidente pra cuidar melhor da gente que vive nesse país
nossa gramatica esta tão dividida tem gente falndo happy , pensando que é feliz
Acabaria com esse tal de estrangeirismo que pertuba nossa lígua e muda tudo de vez
e os mendigos que hoje vivem nas calçadas ensinaria ao brasileiro que aqui se fala o português
Sou simples ,sou composto,oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fônema sim senhor , adjetivo ,predicado , eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país com muito amor
Sou simples ,sou composto,oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fônema sim senhor , adjetivo ,predicado ,eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país sofredor
Lá no centro da cidade quase que morri de fome
tanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : Fast Food , Delivery , Self Service , Hot Dog , Catchup
Eu só queria almoçar
Lá no centro da cidade quase que morri de fome
tanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : Fast Food , Delivery , Self Service , Hot Dog , Catchup
Meu Deus onde é que eu vim parar
'' Oxente problem''
Aqui em baixo é a mesma música, porém com algumas palavras traduzidas...
Outro dia me convidaram pra ir ao Mc'Donalds comemos um pão com carne
O salão estava, lotado fizemos os pedidos através de um tal de , drive tru
Os colegas percebendo a minha irritação disseram: Se tu estiver com pressa eles tem um sistema de entrega a domicilio maravilhoso
Desacostumado com esse linguajar chamei os 'cabas’: vamos s'imbora.
Seguimos pela avenida Henrique Shaumann, onde pude observar um outdoor ,que estava escrito China
e uma seta indicativa estacionamento ,nós não paramos por lá não.
Seguimos mais adiante avistamos um restaurante bonito e luxuoso e na porta de entrada uma luz neon piscando escrita : aberto.
quando olhei pro chão pude ver um capacho abandonado com a bandeira americana me convidando : seja bem vindo
Ao adentrar á aquele recinto pude observar na decoração
e nas paredes estavam escritas assim : bolo gelado , pão com ovo , pão com carne e alimentos rápidos.
Eu pensei comigo : Food na Bahia agente usa numa outra situação.
Do meu lado esquerdo uma garota tomava uma cerveja numa lata vermelha e azul cuja a marca era budwicer
o camarada que lhe acompanhava com sua longneck Heineken
Do meu lado direito uma loira bonita ,peituda falava pro cabra com uma voz sensual assim :eu trabalho numa centro de relaxamento para homem .
e ele pergunta pra ela : fica próximo do motel minhas flores ?
e ela disse : não bebê , fica junto a boate.
a fome aumentava juntamente com a raiva
e eu não sabia seu eu pedia um hot Dogou um simples cachorro quente
'emputecido' mais uma vez com aquela situação chamei os caboclos : vamos s'imbora
Na saída o manobrista nos recebe e nos entrega a chave do nosso possante veículo
um Fusca 68 fabricado em Volta Redonda na época do presidente Juscelino Kubitscheck
ele olha pra mim e me diz : obrigado senhor tenha uma boa noite.
e eu usando toda minha simplicidade e educação que aprendi no sertão da Bahia ,eu olhei pra ele e lhe disse :
'' Vá pra puta que lhe pariu ''
Eu gostaria de falar com presidente pra cuidar melhor da gente que vive nesse país
nossa gramatica esta tão dividida tem gente falando happy, pensando que é feliz
Acabaria com esse tal de estrangeirismo que perturba nossa língua e muda tudo de vez
e os mendigos que hoje vivem nas calçadas ensinaria ao brasileiro que aqui se fala o português
Sou simples ,sou composto, oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fonema sim senhor , adjetivo ,predicado , eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país com muito amor
Sou simples ,sou composto, oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fonema sim senhor , adjetivo ,predicado ,eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país sofredor
Lá no centro da cidade quase que morri de fome
tanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : comida rápida , entrega a domicilio , servir a si próprio, cachorro quente , molho de tomate.
Eu só queria almoçar
Lá no centro da cidade quase que morri de fome
tanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : comida rápida , entrega a domicilio , servir a si próprio, cachorro quente , molho de tomate
O salão estava, lotado fizemos os pedidos através de um tal de , drive tru
Os colegas percebendo a minha irritação disseram: Se tu estiver com pressa eles tem um sistema de entrega a domicilio maravilhoso
Desacostumado com esse linguajar chamei os 'cabas’: vamos s'imbora.
Seguimos pela avenida Henrique Shaumann, onde pude observar um outdoor ,que estava escrito China
e uma seta indicativa estacionamento ,nós não paramos por lá não.
Seguimos mais adiante avistamos um restaurante bonito e luxuoso e na porta de entrada uma luz neon piscando escrita : aberto.
quando olhei pro chão pude ver um capacho abandonado com a bandeira americana me convidando : seja bem vindo
Ao adentrar á aquele recinto pude observar na decoração
e nas paredes estavam escritas assim : bolo gelado , pão com ovo , pão com carne e alimentos rápidos.
Eu pensei comigo : Food na Bahia agente usa numa outra situação.
Do meu lado esquerdo uma garota tomava uma cerveja numa lata vermelha e azul cuja a marca era budwicer
o camarada que lhe acompanhava com sua longneck Heineken
Do meu lado direito uma loira bonita ,peituda falava pro cabra com uma voz sensual assim :eu trabalho numa centro de relaxamento para homem .
e ele pergunta pra ela : fica próximo do motel minhas flores ?
e ela disse : não bebê , fica junto a boate.
a fome aumentava juntamente com a raiva
e eu não sabia seu eu pedia um hot Dogou um simples cachorro quente
'emputecido' mais uma vez com aquela situação chamei os caboclos : vamos s'imbora
Na saída o manobrista nos recebe e nos entrega a chave do nosso possante veículo
um Fusca 68 fabricado em Volta Redonda na época do presidente Juscelino Kubitscheck
ele olha pra mim e me diz : obrigado senhor tenha uma boa noite.
e eu usando toda minha simplicidade e educação que aprendi no sertão da Bahia ,eu olhei pra ele e lhe disse :
'' Vá pra puta que lhe pariu ''
Eu gostaria de falar com presidente pra cuidar melhor da gente que vive nesse país
nossa gramatica esta tão dividida tem gente falando happy, pensando que é feliz
Acabaria com esse tal de estrangeirismo que perturba nossa língua e muda tudo de vez
e os mendigos que hoje vivem nas calçadas ensinaria ao brasileiro que aqui se fala o português
Sou simples ,sou composto, oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fonema sim senhor , adjetivo ,predicado , eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país com muito amor
Sou simples ,sou composto, oculto ,indeterminado ,particípio, eu sou gerúndio ,fonema sim senhor , adjetivo ,predicado ,eu sou sujeito , ainda trago no meu peito esse país sofredor
Lá no centro da cidade quase que morri de fome
tanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : comida rápida , entrega a domicilio , servir a si próprio, cachorro quente , molho de tomate.
Eu só queria almoçar
Lá no centro da cidade quase que morri de fome
tanta coisa ,tanto nome sem eu saber pronunciar é : comida rápida , entrega a domicilio , servir a si próprio, cachorro quente , molho de tomate
Meu Deus onde é que eu vim parar
'' Oxenteproblem'
'' Oxenteproblem'
Em relação a musica dissemos que o autor se encontrava revoltado, pois o seu idioma brasileiro está cheio de palavras estrangeira, demostra sua indignação com as palavras estrangeiras que já se tornaram palavras abrasileiradas, na música ele se mostra uma pessoa simples que acaba se deparando com as palavras estrangeiras, e se vê num mundo totalmente diferente daquele mundo que ele estava acostumado a viver.
Nos foi pedido que traduzíssemos algumas palavras da música:
Hot dog: cachorro quente
x - burger: queijo no pão
FastFood: comida rápida
Delivery: entrega a domicílio
Self Service : serviço próprio, ou seja, em um restaurante a pessoa serve a si.
happy: hora feliz
Nessa mesma aula a Professora Eliana pediu à classe que pesquisasse sobre a origem da língua portuguesa:
A minha pesquisa foi essa:
Origem da Língua Portuguesa
1. O Português Brasileiro e o Português Europeu contemporâneos: alguns aspectos da diferença
O Português Brasileiro descende do Europeu. No Brasil, tomou a sua forma na complexa interação entre
O Português Brasileiro descende do Europeu. No Brasil, tomou a sua forma na complexa interação entre
- a língua do colonizador (e, portanto, do poder e do prestígio),
- as numerosas línguas indígenas brasileiras,
- as também numerosas línguas africanas chegadas pelo tráfico negreiro (oficial entre 1549 e 1830, não oficial antes e depois desses limites),
- e finalmente as línguas dos que emigraram para o Brasil da Europa e da Ásia, sobretudo a partir de meados do século XIX.
- as numerosas línguas indígenas brasileiras,
- as também numerosas línguas africanas chegadas pelo tráfico negreiro (oficial entre 1549 e 1830, não oficial antes e depois desses limites),
- e finalmente as línguas dos que emigraram para o Brasil da Europa e da Ásia, sobretudo a partir de meados do século XIX.
Dessa potencial Babel lingüística, foi se definindo, ao longo de quinhentos anos – pouco tempo para a história de uma língua – o formato brasileiro contemporâneo da língua portuguesa.
1.1 Aspectos fônicos
Quando algum estrangeiro ouve um brasileiro e um português, ou quando um brasileiro ouve um português (ou vice-versa), a primeira impressão que se instala é a da diferença do sotaque, que caracteriza a pronúncia diferenciadora do brasileiro em relação ao português. Esse sotaque/pronúncia recobre distinções fônicas, tanto suprassegmentais ou prosódicas, interpretadas ainda imprecisamente pelos lingüistas, como diferenças fônicas segmentáveis (as realizações fonéticas próprias ao sistema vocálico e consonântico do Português Brasileiro e do Europeu).
Em linhas gerais, no que se refere às vogais em posição acentuada, a diferença está na conhecida oposição /a/ : /α/, entre vogal central recuada e não recuada, respectivamente, que tem como exemplo muito evidente a oposição que fazem os portugueses entre a primeira pessoa do plural dos verbos da primeira conjugação: trabalh/α/mos para o presente e trabalh/a/mos para o pretérito perfeito ou, para dar outro exemplo sem repercussão na morfologia: sempre p/a/ra, quer seja verbo quer preposição, no Português Brasileiro e p/a/ra, verbo, opondo-se a p/α/ra preposição, no Europeu.
Quanto ao sistema vocálico não-acentuado, aí a diferença se instala vigorosamente: enquanto os brasileiros têm vogais pré- e pós-acentuadas bem perceptíveis /i e ε a
o u/, os portugueses centralizam e/ou alteiam as não-acentuadas, tornando-as por vezes, quase inaudíveis ao ouvido do estrangeiro e também do brasileiro: /i ə α u/. Na posição não-acentuada final, enquanto, em geral, os brasileiros têm /i a u/, os portugueses têm /ə α u/. São sistemas vocálicos, em termos descritivos estruturais, profundamente diferentes, que trazem efeitos prosódicos diferenciadores marcantes. Embora haja no Português Europeu /e/, /o/, /ε/ e /
/ pretônicos, os dois primeiros são resultados da redução dos ditongos /ej/ e /ow/ e os dois últimos das chamadas crases históricas – pr/ε/gar “fazer uma pregação” que se opõe a pr/ə/gar “usar um prego”; c/
/rar que se opõe a m/u/rar. No Brasil será pr/ε/gar, variando regionalmente com pr/e/gar e c/
/rar, m/
/rar, variando regionalmente com c/o/rar e m/o/rar, mas nunca a forma centralizada e alteada do Português Europeu pr/ə/gar, m/u/rar.
O que se pode chamar de reduções vocálicas no Português Europeu e ausente no Brasileiro dá ao ouvinte estrangeiro a impressão auditiva de o português da Europa ser mais consonântico e o brasileiro mais vocálico. Essa impressão é reforçada pelo fato de o Português Brasileiro enfraquecer as consoantes em posição final da palavra, posição em que o Português Europeu apresenta articulação forte. Vocalizamos o <-l> final em /w/, ou, no vernáculo de não-escolarizados, sobretudo de áreas rurais, é eliminado, forma essa estigmatizada socialmente (anima/l/ no Português Europeu, anima/w/, no geral do Brasil, e anim/a/). Aspiramos o <-r> final ou o reduzimos a zero (ama/h/, am/a/), embora seja encontrado em áreas brasileiras o /r/ vibrante, próprio ao Português Europeu. Sobretudo na morfologia do plural dos elementos nominais, marcamos o /s/ pluralizador em algum lugar do sintagma nominal, nem sempre o do primeiro elemento nominal, ou marcamos em todo o sintagma, variação sociolingüística que caracteriza o Português Brasileiro e não o Europeu.
Curiosamente, e sem pretensões de teorizar, articulamos claramente no Brasil as vogais não-acentuadas, mas enfraquecemos as consoantes finais, o inverso ocorrendo no Europeu.
Outro aspecto diferenciador quanto ao sistema consonântico são as palatalizações de dentais seguidas de semivogal ou vogal anterior, que não são gerais no Brasil, mas pura e simplesmente não ocorrem em Portugal, pelo que mostram os estudos geodialetais: /
/ia, /
/ia, den/
/e, on/
/e são tipicamente brasileiros. Essas palatalizações que ocorrem em outras áreas da România, ainda se ampliam em certas áreas brasileiras, quando a semivogal anterior palatalizadora precede a consoante dental: o/
/o, pe/
/o para oito e peito, embora essas palatalizações sejam socialmente estigmatizadas, o que não ocorre com as outras.
A simplicidade desse perfil fonológico aqui apresentado recobre complexas análises fonológicas teóricas já realizadas, mas ainda se esperam interpretações históricas para muitos desses aspectos descritos. Por que razões é assim lá e aqui não?
1.2 Aspectos sintáticos
1.1 Aspectos fônicos
Quando algum estrangeiro ouve um brasileiro e um português, ou quando um brasileiro ouve um português (ou vice-versa), a primeira impressão que se instala é a da diferença do sotaque, que caracteriza a pronúncia diferenciadora do brasileiro em relação ao português. Esse sotaque/pronúncia recobre distinções fônicas, tanto suprassegmentais ou prosódicas, interpretadas ainda imprecisamente pelos lingüistas, como diferenças fônicas segmentáveis (as realizações fonéticas próprias ao sistema vocálico e consonântico do Português Brasileiro e do Europeu).
Em linhas gerais, no que se refere às vogais em posição acentuada, a diferença está na conhecida oposição /a/ : /α/, entre vogal central recuada e não recuada, respectivamente, que tem como exemplo muito evidente a oposição que fazem os portugueses entre a primeira pessoa do plural dos verbos da primeira conjugação: trabalh/α/mos para o presente e trabalh/a/mos para o pretérito perfeito ou, para dar outro exemplo sem repercussão na morfologia: sempre p/a/ra, quer seja verbo quer preposição, no Português Brasileiro e p/a/ra, verbo, opondo-se a p/α/ra preposição, no Europeu.
Quanto ao sistema vocálico não-acentuado, aí a diferença se instala vigorosamente: enquanto os brasileiros têm vogais pré- e pós-acentuadas bem perceptíveis /i e ε a
O que se pode chamar de reduções vocálicas no Português Europeu e ausente no Brasileiro dá ao ouvinte estrangeiro a impressão auditiva de o português da Europa ser mais consonântico e o brasileiro mais vocálico. Essa impressão é reforçada pelo fato de o Português Brasileiro enfraquecer as consoantes em posição final da palavra, posição em que o Português Europeu apresenta articulação forte. Vocalizamos o <-l> final em /w/, ou, no vernáculo de não-escolarizados, sobretudo de áreas rurais, é eliminado, forma essa estigmatizada socialmente (anima/l/ no Português Europeu, anima/w/, no geral do Brasil, e anim/a/). Aspiramos o <-r> final ou o reduzimos a zero (ama/h/, am/a/), embora seja encontrado em áreas brasileiras o /r/ vibrante, próprio ao Português Europeu. Sobretudo na morfologia do plural dos elementos nominais, marcamos o /s/ pluralizador em algum lugar do sintagma nominal, nem sempre o do primeiro elemento nominal, ou marcamos em todo o sintagma, variação sociolingüística que caracteriza o Português Brasileiro e não o Europeu.
Curiosamente, e sem pretensões de teorizar, articulamos claramente no Brasil as vogais não-acentuadas, mas enfraquecemos as consoantes finais, o inverso ocorrendo no Europeu.
Outro aspecto diferenciador quanto ao sistema consonântico são as palatalizações de dentais seguidas de semivogal ou vogal anterior, que não são gerais no Brasil, mas pura e simplesmente não ocorrem em Portugal, pelo que mostram os estudos geodialetais: /
A simplicidade desse perfil fonológico aqui apresentado recobre complexas análises fonológicas teóricas já realizadas, mas ainda se esperam interpretações históricas para muitos desses aspectos descritos. Por que razões é assim lá e aqui não?
1.2 Aspectos sintáticos
O ouvinte estrangeiro não perceberia de imediato as profundas diferenças sintáticas. Não se pode negar que um ponto central da diferença está no sistema pronominal, tanto na posição de sujeito, como de complemento, com reflexos inevitáveis nos possessivos e no paradigma das flexões número-pessoais do verbo.
No Brasil, com a expansão do você e do a gente como pronomes pessoais e com a redução do uso do tu e do vós, a 3ª. pessoa verbal se generaliza: temos hoje em convivência, no Brasil, um paradigma verbal de quatro posições,
No Brasil, com a expansão do você e do a gente como pronomes pessoais e com a redução do uso do tu e do vós, a 3ª. pessoa verbal se generaliza: temos hoje em convivência, no Brasil, um paradigma verbal de quatro posições,
eu falo | ele, você, a gente fala | nós falamos | eles, vocês falam;
outro de três posições,
eu falo | ele, você, a gente fala | eles falam;
outro de duas posições, dos menos escolarizados, ou não-escolarizados, sobretudo de áreas rurais, mas não só, que não aplicam a regra de concordância verbo-nominal,
eu falo | ele, você, a gente, eles, vocês fala.
Em algumas áreas geodialetais brasileiras, usa-se o tu, na fala corrente com o verbo na 3.ª pessoa (tu fala) e, em reduzidas áreas (talvez a mais forte seja o litoral catarinense e sul riograndense), ao tu ainda se segue a flexão histórica (tu falas). Quanto mais é reduzido o paradigma flexional número-pessoal do verbo, mais necessário se faz o preenchimento do sujeito pronominal, perdendo assim o Português Brasileiro o chamado parâmetro pro-drop, possível no Português Europeu, em que essas reduções não ocorrem tal como no Português Brasileiro.
O uso extensivo de você, em lugar de tu, cria no Português Brasileiro uma ambigüidade para o seu, possessivo que pode referir-se ao interlocutor ou não, ambigüidade desfeita no discurso (- Comprei seu livro ontem ou Zélia Gattai escreveu um novo romance, seu livro está sendo muito vendido). Ambigüidade também desfeita, estruturalmente, pelo dele, que passa a adquirir a condição de pronome possessivo (Saramago escreveu um novo romance, o livro dele está sendo muito vendido).
Quanto aos pronomes complementos clíticos, sobretudo os de terceira pessoa – o, a, os, as – estão sendo eliminados no Português Brasileiro, preferindo-se, em seu lugar, ou o sintagma nominal pleno ou, embora estigmatizado pelos altamente escolarizados, o pronome sujeito correspondente, o chamado ele acusativo ou ainda o apagamento do pronome complemento, estratégia de esquiva muito freqüente (- Seu filho estava no Shopping. Eu vi seu filho lá ou ...eu vi ele lá ou ...eu vi lá). O apagamento do objeto direto pronominal clítico é corrente no Português Brasileiro, movimento inverso ao preenchimento do sujeito.
Ainda quanto aos pronomes complementos clíticos, ressalta o lhe, originalmente um dativo, correspondente ao objeto indireto, usado como acusativo, objeto direto, correlacionado ao pronome sujeito você (- Você gosta muito de cinema. Eu lhe vejo sempre no Multiplex). O lhe acusativo varia com te, mesmo sendo o tratamento você (- Você gosta de cinema. Eu te vejo sempre no Multiplex). Nos exemplos dados, o clítico canônico – o/a – pode ocorrer no uso cuidado, monitorado, de escolarizados; ele é adquirido na escola e, curiosamente, primeiro na escrita e depois na fala, o que mostra ser um recurso sintático, efeito de aprendizagem pela escolarização, e não adquirido naturalmente na infância.
Ainda sobre os clíticos e aí, não só os de 3.ª pessoa, nós, brasileiros, quando os usamos, preferimos a próclise. A ênclise é hoje mal aprendida na escola, tanto que, cada vez mais, encontramos em textos de estudantes e em outros, como os jornalísticos, a ênclise nas posições em que, historicamente, sempre se usou a próclise, como nas orações subordinadas e nas negativas (O vestido que dei-lhe de presente ficou bom; Eu não disse-lhe que viesse!). Há ainda aceitação normal e generalizada dos clíticos na primeira posição da sentença, exceto os acusativos o, a, os, as (- Lhe disse que não viesse; - Me passe esse livro).
Ainda quanto ao sistema pronominal, no que se refere aos relativos, utilizamos freqüentemente o pronome lembrete (o professor que eu estudei inglês com ele voltou), em desproveito da estrutura canônica (o professor com quem eu estudei inglês voltou).
2 Condicionamentos sócio-históricos na formação do Português Brasileiro
O uso extensivo de você, em lugar de tu, cria no Português Brasileiro uma ambigüidade para o seu, possessivo que pode referir-se ao interlocutor ou não, ambigüidade desfeita no discurso (- Comprei seu livro ontem ou Zélia Gattai escreveu um novo romance, seu livro está sendo muito vendido). Ambigüidade também desfeita, estruturalmente, pelo dele, que passa a adquirir a condição de pronome possessivo (Saramago escreveu um novo romance, o livro dele está sendo muito vendido).
Quanto aos pronomes complementos clíticos, sobretudo os de terceira pessoa – o, a, os, as – estão sendo eliminados no Português Brasileiro, preferindo-se, em seu lugar, ou o sintagma nominal pleno ou, embora estigmatizado pelos altamente escolarizados, o pronome sujeito correspondente, o chamado ele acusativo ou ainda o apagamento do pronome complemento, estratégia de esquiva muito freqüente (- Seu filho estava no Shopping. Eu vi seu filho lá ou ...eu vi ele lá ou ...eu vi lá). O apagamento do objeto direto pronominal clítico é corrente no Português Brasileiro, movimento inverso ao preenchimento do sujeito.
Ainda quanto aos pronomes complementos clíticos, ressalta o lhe, originalmente um dativo, correspondente ao objeto indireto, usado como acusativo, objeto direto, correlacionado ao pronome sujeito você (- Você gosta muito de cinema. Eu lhe vejo sempre no Multiplex). O lhe acusativo varia com te, mesmo sendo o tratamento você (- Você gosta de cinema. Eu te vejo sempre no Multiplex). Nos exemplos dados, o clítico canônico – o/a – pode ocorrer no uso cuidado, monitorado, de escolarizados; ele é adquirido na escola e, curiosamente, primeiro na escrita e depois na fala, o que mostra ser um recurso sintático, efeito de aprendizagem pela escolarização, e não adquirido naturalmente na infância.
Ainda sobre os clíticos e aí, não só os de 3.ª pessoa, nós, brasileiros, quando os usamos, preferimos a próclise. A ênclise é hoje mal aprendida na escola, tanto que, cada vez mais, encontramos em textos de estudantes e em outros, como os jornalísticos, a ênclise nas posições em que, historicamente, sempre se usou a próclise, como nas orações subordinadas e nas negativas (O vestido que dei-lhe de presente ficou bom; Eu não disse-lhe que viesse!). Há ainda aceitação normal e generalizada dos clíticos na primeira posição da sentença, exceto os acusativos o, a, os, as (- Lhe disse que não viesse; - Me passe esse livro).
Ainda quanto ao sistema pronominal, no que se refere aos relativos, utilizamos freqüentemente o pronome lembrete (o professor que eu estudei inglês com ele voltou), em desproveito da estrutura canônica (o professor com quem eu estudei inglês voltou).
2 Condicionamentos sócio-históricos na formação do Português Brasileiro
Serafim da Silva Neto defendia a tese da unidade da língua portuguesa no Brasil, entrevendo que no Brasil as delimitações dialetais espaciais não eram tão marcadoras como as isoglossas da România Antiga. Mas Paul Teyssier, na sua História da língua portuguesa, reconhece que na diversidade socioletal essa pretensa unidade se desfaz. Diz Teyssier:
“A realidade, porém, é que as divisões ´dialetais` no Brasil são menos geográficas que sócio-culturais. As diferenças na maneira de falar são maiores, num determinado lugar, entre um homem culto e o vizinho analfabeto que entre dois brasileiros do mesmo nível cultural originários de duas regiões distantes uma da outra” (1982: 79).
A implementação dos estudos sociolingüísticos no Brasil demonstrou que o Português Brasileiro é não apenas heterogêneo e variável, mas também plural e polarizado, definindo-se dois sistemas igualmente heterogêneos, que designamos como norma culta e norma vernácula, e outros autores como Português Brasileiro culto e Português Brasileiro popular.
Essa heterogeneidade enraíza-se em condicionamentos de natureza sócio-histórica: multilingüismo, ou contacto entre falantes de múltiplas línguas distintas; fatos da demografia histórica; mobilidade populacional dos escravos; escolarização no Brasil, no período colonial e pós-colonial.
2.1 O multilingüismo no Brasil colonial e pós-colonial
Pode-se afirmar, com certa margem de segurança, que até meados do século XVIII o multilingüismo generalizado caracteriza o território brasileiro, até certo ponto freiado pelas leis pombalinas de política lingüística dos meados do século XVIII. O multilingüismo perdura: ainda hoje, apesar de a língua portuguesa ser a língua oficial majoritária no Brasil, persistem cerca de 180 línguas indígenas, com a média de 200 falantes por língua, faladas por 300.000 a 500.000 índios (estimativas de 2000), perfazendo 0,2 da população brasileira, que atinge hoje um total de 169.544.443 h, segundo os primeiros resultados do Censo 2000.
Uma certa homogeneidade cultural e lingüística, ao longo do litoral, a partir do Rio Grande do Norte, e também na Bacia do Paraná/Paraguai, tornou possível a gramatização da Língua mais falada na costa do Brasil, título muito adequado da gramática do Pe. José de Anchieta, publicada em 1595. Essa língua estará na base do que no século XVIII veio a se designar de língua geral. Aryon Rodrigues distingue duas línguas gerais:
Essa heterogeneidade enraíza-se em condicionamentos de natureza sócio-histórica: multilingüismo, ou contacto entre falantes de múltiplas línguas distintas; fatos da demografia histórica; mobilidade populacional dos escravos; escolarização no Brasil, no período colonial e pós-colonial.
2.1 O multilingüismo no Brasil colonial e pós-colonial
Pode-se afirmar, com certa margem de segurança, que até meados do século XVIII o multilingüismo generalizado caracteriza o território brasileiro, até certo ponto freiado pelas leis pombalinas de política lingüística dos meados do século XVIII. O multilingüismo perdura: ainda hoje, apesar de a língua portuguesa ser a língua oficial majoritária no Brasil, persistem cerca de 180 línguas indígenas, com a média de 200 falantes por língua, faladas por 300.000 a 500.000 índios (estimativas de 2000), perfazendo 0,2 da população brasileira, que atinge hoje um total de 169.544.443 h, segundo os primeiros resultados do Censo 2000.
Uma certa homogeneidade cultural e lingüística, ao longo do litoral, a partir do Rio Grande do Norte, e também na Bacia do Paraná/Paraguai, tornou possível a gramatização da Língua mais falada na costa do Brasil, título muito adequado da gramática do Pe. José de Anchieta, publicada em 1595. Essa língua estará na base do que no século XVIII veio a se designar de língua geral. Aryon Rodrigues distingue duas línguas gerais:
– a paulista, de base tupininquim e/ou guarani, que terá sido a língua de intercomunicação entre colonizadores, colonos e índios nas bandeiras para os interiores do Brasil, a partir de São Paulo, no século XVII;
– e a amazônica, de base tupinambá, que, a partir do Maranhão, começou a avançar na colonização da babélica Amazônia, adjetivo recorrente nos escritos do Pe. Antônio Vieira.
– e a amazônica, de base tupinambá, que, a partir do Maranhão, começou a avançar na colonização da babélica Amazônia, adjetivo recorrente nos escritos do Pe. Antônio Vieira.
Enriquecer-se-á esse multilingüismo autóctone em contato com o português do colonizador e com os escravos africanos trazidos para o Brasil, oficialmente a partir de 1549, mas já solicitados antes. Após a instalação do primeiro governo geral, em 1549, estabeleceu-se o tráfico regular e estimulou-se a importação de africanos para o Brasil. Segundo Jorge Couto,
“nos finais de Quinhentos, a presença africana (42%) já se estendia a todas as capitanias, ultrapassando no conjunto, qualquer um dos outros grupos – Portugueses (30%) e Índios (28%), apresentando um crescimento espetacular nas capitanias de Pernambuco e Bahia, esta última sextuplicando seus habitantes negros” (1992: 278).
Teria o Brasil, ao findar o primeiro século colonial, 101.750 habitantes, dos quais 42% de africanos. Diante desses dados demográficos se pode admitir que o forte candidato para a difusão do português geral brasileiro, antecedente histórico do atualmente designado de vernáculo ou português popular, variante sociolingüística mais generalizada no Brasil, seriam os africanos e afro-descendentes, e não os indígenas autóctones, já que o Português Brasileiro culto, próprio hoje, em geral, aos de escolarização mais alta, será o descendente do Português Europeu ou mais europeizado das elites e dos segmentos mais altos da sociedade colonial.
Além das línguas indígenas autóctones e das africanas chegadas com o tráfico negreiro, que oficialmente se encerra em 1830, completa-se o quadro geral do multilingüismo no Brasil com a chegada dos emigrantes europeus e asiáticos, sobretudo a partir do século XIX. Os dados a seguir têm como fonte o estudo de Lúcio Kreutz – A educação dos imigrantes no Brasil:
Além das línguas indígenas autóctones e das africanas chegadas com o tráfico negreiro, que oficialmente se encerra em 1830, completa-se o quadro geral do multilingüismo no Brasil com a chegada dos emigrantes europeus e asiáticos, sobretudo a partir do século XIX. Os dados a seguir têm como fonte o estudo de Lúcio Kreutz – A educação dos imigrantes no Brasil:
“os alemães formaram a primeira corrente imigratória, a partir de 1824, localizando-se, sobretudo, em São Leopoldo no Rio Grande do Sul... Os italianos vieram a partir da década de 1870 e formaram o contingente maior: 1.513.151 de imigrantes. No mesmo período vieram 1.462.111 portugueses, 598.802 espanhóis, 188.622 japoneses (a partir de 1908), 123.724 russos, 94.453 austríacos, 79.509 sírio-libaneses, 50.010 poloneses e 349.354 de diversas nacionalidades” (Kreutz 2000: 351).
Segundo este autor, a década mais intensa da imigração, entre 1850 e 1920, foi a de 1890 com 1.200.000 imigrantes. Na sua grande maioria esses novos componentes da sociedade multilingüe, multiétnica, multirracial e pluricultural brasileira se situaram de São Paulo para o Sul.
2.2 Sobre a escolarização no Brasil colonial e pós-colonial
Até a primeira metade do século XIX, a etnia branca, constituída por portugueses ou luso-descendentes, perfez apenas 30% da população. Nos outros 70% estão, sobretudo, os africanos e afro-descendentes, já que os indígenas ou morreram por extermínio intencional ou por epidemias. Estes 70% adquiriram a língua da colonização, a língua alvo, numa situação chamada pelos especialistas de transmissão irregular ou de aquisição imperfeita, já que tinham história familiar de língua não portuguesa.
Segundo Ilza Ribeiro em A origem do português culto – a escolarização (1999), em 1890 seriam 85% os analfabetos no Brasil. Chegou-se à segunda década do século XX com apenas 25% como potenciais usuários do Português Brasileiro culto e 75% como potenciais portadores do português popular brasileiro, ou seja, o vernáculo ou normas vernáculas, ainda hoje predominantes no Brasil.
Conjugando assim os dados de demografia histórica, o tipo de transmissão lingüística irregular, majoritário ao longo dos séculos XVI ao XIX e os dados da quase ausência de escolarização nesses séculos, pode-se interpretar a polarização socioletal que caracteriza o Português Brasileiro da atualidade, no qual convivem os portadores das normas cultas com os majoritariamente portadores das normas vernáculas e ainda uma minoria, acredito que em extinção, que busca, no modelo da gramática normativo-prescritiva, que inicia seu prestígio sócio-cultural na segunda metade do século XIX no Brasil, realizar a norma padrão de tradição lusitanizante.
Considerando-se os fatores sócio-históricos que atuaram das origens e por todo o período colonial e pós-colonial, pode-se entrever uma interpretação de como se originou e se formou o Português Brasileiro, constituído em contexto social de transmissão, majoritariamente, irregular, na oralidade, livre das peias normativizadoras da escolarização e, conseqüentemente, da escrita, o que resultou numa variante, em muitos aspectos, divergente da européia. No seu interior, esse Português Brasileiro heterogêneo apresenta variantes socioletais com configurações profundamente modificadas, que se aproximam dos crioulos de base portuguesa e variantes que se aproximam do Português Europeu. No primeiro caso, opino que uma crioulização prévia, embora leve, possa ter ocorrido no passado e, no segundo, a deriva natural, apressada pela história social do Brasil, não deve ser desconsiderada. Enfim, não se pode tratar como um conjunto homogêneo, unitário, o Português Brasileiro, nem numa perspectiva sincrônica, nem numa perspectiva diacrônica.
Referências bibliográficas
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RODRIGUES, Aryon. (1986). Línguas brasileiras. Para um conhecimento das línguas indígenas. São Paulo: Loyola.
RIBEIRO, Ilza. (1999). A origem do português culto. A escolarização. Comunicação em Encontro da UNIFACS. Salvador. (mimeo).
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2.2 Sobre a escolarização no Brasil colonial e pós-colonial
Até a primeira metade do século XIX, a etnia branca, constituída por portugueses ou luso-descendentes, perfez apenas 30% da população. Nos outros 70% estão, sobretudo, os africanos e afro-descendentes, já que os indígenas ou morreram por extermínio intencional ou por epidemias. Estes 70% adquiriram a língua da colonização, a língua alvo, numa situação chamada pelos especialistas de transmissão irregular ou de aquisição imperfeita, já que tinham história familiar de língua não portuguesa.
Segundo Ilza Ribeiro em A origem do português culto – a escolarização (1999), em 1890 seriam 85% os analfabetos no Brasil. Chegou-se à segunda década do século XX com apenas 25% como potenciais usuários do Português Brasileiro culto e 75% como potenciais portadores do português popular brasileiro, ou seja, o vernáculo ou normas vernáculas, ainda hoje predominantes no Brasil.
Conjugando assim os dados de demografia histórica, o tipo de transmissão lingüística irregular, majoritário ao longo dos séculos XVI ao XIX e os dados da quase ausência de escolarização nesses séculos, pode-se interpretar a polarização socioletal que caracteriza o Português Brasileiro da atualidade, no qual convivem os portadores das normas cultas com os majoritariamente portadores das normas vernáculas e ainda uma minoria, acredito que em extinção, que busca, no modelo da gramática normativo-prescritiva, que inicia seu prestígio sócio-cultural na segunda metade do século XIX no Brasil, realizar a norma padrão de tradição lusitanizante.
Considerando-se os fatores sócio-históricos que atuaram das origens e por todo o período colonial e pós-colonial, pode-se entrever uma interpretação de como se originou e se formou o Português Brasileiro, constituído em contexto social de transmissão, majoritariamente, irregular, na oralidade, livre das peias normativizadoras da escolarização e, conseqüentemente, da escrita, o que resultou numa variante, em muitos aspectos, divergente da européia. No seu interior, esse Português Brasileiro heterogêneo apresenta variantes socioletais com configurações profundamente modificadas, que se aproximam dos crioulos de base portuguesa e variantes que se aproximam do Português Europeu. No primeiro caso, opino que uma crioulização prévia, embora leve, possa ter ocorrido no passado e, no segundo, a deriva natural, apressada pela história social do Brasil, não deve ser desconsiderada. Enfim, não se pode tratar como um conjunto homogêneo, unitário, o Português Brasileiro, nem numa perspectiva sincrônica, nem numa perspectiva diacrônica.
Referências bibliográficas
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Meu portófolio do primeiro semestre de SI se resumiu em tudo isso. Ate a próxima.